O certo é o certo e o errado é o errado (2026)Páginas relacionadas:
1. ÍCor e HélSioAntigamente as pessoas do ICT - tanto professores quanto alunos - pensavam praticamente todas de um certo jeito, e e os professores e os alunos do IHS pensavam praticamente todos de um certo outro jeito; as exceções eram pouquíssimas. Essa história se passa naquela época. O `IC'or é um aluno típico do ICT, e o `H'él`S'io é um aluno típico do IHS. O Ícor "sabe" que o certo é o certo e o errado é o errado, e que se ele ficar relativizando essas coisas ele vai ficar igual àqueles vagabundos do IHS, e ele não vai ser ninguém na vida. O Hélsio tem muito interesse por discussões sobre ética, e ele já acompanhou muitas situações nas quais uma regra e um princípio conflitavam um com o outro, e um deles prevalecia; por exemplo, ele sabe que um dos Princípios da Administração Pública é o Princípio da Publicidade (ou da Transparência), e ele sabe que no Serviço Público quando o Princípio da Transparência e o Princípio da Privacidade entram em conflito o princípio da transparência costuma ser considerado mais importante. O Ícor e o Hélsio fizeram uma matéria comigo no mesmo semestre, e o Ícor ficou revoltado porque eu fazia um monte de coisas que ele considerava completamente erradas e completamente absurdas, como dar aula de short e chinelo, almoçar enquanto os alunos faziam exercícios, e levar a minha cachorra na mochila nas aulas de reforço. O Ícor nunca falou comigo sobre nada disso, mas ele fez um monte de denúncias na Coordenação. Já o Hélsio não se incomodou com nenhuma dessas coisas, e ele gostou muito das minhas aulas. 2. Regras sem porquêsTem uma expressão que aparece em muitos artigos sobre Educação Matemática, que é "Rules without Reasons". Eu vou traduzir ela pra "Regras sem Porquês", e vou adaptar ela pro contexto desta história. Lembre que tem pessoas que acham que "o certo é o certo e o errado é o errado", e que como eu precisava de um jeito bem curto de me referir a elas eu resolvi chamar elas de "pessoas do ICT"... isso é um "termo improvisado", como eu explico aqui. Então: as "pessoas do ICT" muitas vezes acham que as "pessoas do IHS" são "irresponsáveis incorrigíveis que precisam ser vigiadas, punidas, denunciadas, processadas, e talvez demitidas"... só que as "pessoas do ICT" não conseguem explicar direito o que elas acham que as "pessoas do IHS" fizeram de errado, e muito menos explicar porque aquilo é grave - elas só conseguem apontar coisas e dizer que aquilo é "absurdo", como se fosse óbvio. Eu tou colecionando exemplos disso - tem alguns aqui: ... Repare que todos os exemplos acima são de pessoas do RCN - o RCN é parte do IHS, mas essas pessoas se encaixam no meu termo "pessoas do ICT". |